domingo, 25 de abril de 2010

Lição 44 (16-04-2010)

Pág. 181 – Síntese do poema “Prece”

       Inicialmente, o autor mostra-se muito triste “Tanta foi a tormenta e a vontade”, e demonstra saudade “Restam-nos hoje…a saudade”. Mas na segunda estrofe mostra uma viragem nos seus sentimentos, através da palavra “Mas”. Começa então a mostrar esperança “A mão do vento pode erguê-la ainda”. Até que na última estrofe expressa o seu desejo em “conquistemos a Distância…seja nossa “. A chama poderá renascer das “cinzas”, que refere na 2ª estrofe.

 

Pág. 201 – Resumo do texto

       A língua pode ser um instrumento de poder, pois é através desta que se transmite a cultura, e torna-se mais rica através do seu rejuvenescimento, em várias mestiçagens.

       Foi este o tema apresentado na Conferência “A Língua Portuguesa: Presente e Futuro”, na Fundação Gulbenkian. Ao contrário do que foi dito anteriormente, os portugueses defendem que o “português puro” é obrigatório para os outros povos, e não aceitam os seus dialectos ou expressões. Mas não pensam que o próprio português proveio de outras culturas.

        A linguagem não é ameaçada pelas outras culturas ou novas tecnologias, mas sim pela ignorância. A língua evolui através da diversidade, logo não pertence apenas a um povo: “A Língua portuguesa pertence de igual modo a todos os que falam. São todos co-proprietários.” – Vítor Aguiar e Silva. Aliás, é aqui, em Portugal, que a língua sofre os maiores martírios.

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